quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Pensamentos 06


Nossos Direitos


Pensamentos 05


Cuidando do Coração

Cuidando do coração
Conheça os fatores de risco envolvidos no aparecimento das doenças cardiovasculares


De uma maneira geral,doenças cardiovasculares são aquelas que acometem o coração e os vasos sanguíneos (artérias e veias). Hoje, no Brasil, já dispomos de dados que nos mostram o perfil dos doentes, sua incidência e os fatores de risco relacionados ao problema.
foto colunas
Estudos mostram que, com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, o número de óbitos vem sofrendo uma sensível redução nos últimos anos, principalmente nos estados mais desenvolvidos do País, reflexo, talvez, de uma sociedade que vem tomando consciência e adotando um estilo de vida mais saudável e que também esteja disposta a investir mais em sua própria saúde.

No entanto, as doenças cardiovasculares ainda são responsáveis por uma imensa quantidade de óbitos por ano no Brasil, e seus fatores de risco já foram identificados. Basta estarmos atentos a eles e tentar identificar a quais deles estamos expostos, realizando um trabalho de prevenção do aparecimento dessas doenças.

Veja, abaixo, alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares:

- Tabagismo (principalmente quando o consumo é superior a 5 cigarros por dia);
- Glicemia alta (frequentemente chamada de “açúcar no sangue”);
- História familiar (parentes próximos, como pais e irmãos, que têm ou tiveram alguma das doenças);
- Colesterol alto (LDL, ou “colesterol ruim”);
- Hipertensão arterial (pressão alta);
- Diabete melito (popularmente chamado de “diabetes”);
- Ingestão de álcool;
- Baixa escolaridade.

Esses são os principais fatores de risco a que estamos expostos. Existem outros, que são mais direcionados a profissionais de medicina, que fogem do objetivo desse texto meramente informativo. O objetivo desse artigo é informar a importância de termos um estilo de vida saudável e buscar ajuda profissional, caso se enquadre nos fatores de risco acima.

Pensamentos 04


O Trabalho no Terceira Idade

O trabalho na terceira idade



Uma das coisas que a maturidade ensina é não acreditar de pronto em declaração ou teoria em função da fama do autor ou do prestígio da publicação. Certas afirmações, quando feitas por um guru famoso ou veiculadas em revista importante, acabam virando um mantra como se fossem verdade absoluta.

Certa vez, a capa de uma revista nacional trouxe a seguinte manchete: “Se você não fala inglês, você está fora”. A reportagem “destruía” quem não sabia inglês e afirmava que, se você fosse um deles, iria ficar sem trabalho. Isso foi há uns 15 anos. Uma bobagem, pois o Brasil tem perto de 85 milhões de pessoas trabalhando e apenas 3% da população fala inglês.

Não se trata de menosprezar a importância de saber inglês, mas é preciso ir com calma. A pergunta é: dentro de uma organização – empresa ou órgão público – quantas pessoas precisam realmente do inglês para cumprir suas tarefas? Aliás, há muitos que aprenderam inglês e falam com deficiência justamente porque as oportunidades de usar o idioma são muito poucas.

Outra famosa publicação dizia em sua capa que “se você tem mais de 40, você está velho para o mercado de trabalho”. Na época, eu já passava dos 40 anos e, por um momento, senti-me desprezível e desprezado. Entre outras coisas, a reportagem dizia que, se precisar procurar emprego aos 60 anos, você irá colher uma via-sacra de humilhação e desprezo dos jovens recrutadores dos departamentos de RH.

Em 2001, Peter Drucker já alertava os recrutadores de pessoal para prestarem atenção a um fator predominante: o crescimento veloz da população mais velha e encolhimento da geração mais jovem. O Brasil tem, hoje, 20 milhões de habitantes acima de 60 anos e, daqui a dez anos, serão 31 milhões. Em 2040, serão 57 milhões na terceira idade. Enquanto isso, a população de 5 a 14 anos, que é de 34 milhões, em 2022 será de 28 milhões. Ou seja, teremos 6 milhões de crianças a menos daqui a apenas uma década.

Portanto, não há nada mais errado do que a sentença “se você tem mais de 40, você está fora”. Recorro, mais uma vez, a uma passagem de Peter Drucker, em seu livro de 1999 intitulado Management, Challenges for the 21st Century. “A instituição que primeiro tiver êxito atraindo e mantendo trabalhadores de conhecimento além da idade tradicional de aposentadoria, tornando-os produtivos, terá uma vantagem competitiva tremenda.”

Contratar gente da terceira idade não será uma escolha; será uma imposição da realidade demográfica do país. Há apenas 70 anos, ali pelo fim da Segunda Guerra, a expectativa média de vida do brasileiro não passava de 40 anos. Em 2010, o censo do IBGE constatou que a expectativa média já chegara aos 73,1 anos. Por aí dá para entender que essa é a realidade que vai ditar os rumos do emprego e dos sistemas de aposentadoria.

Vale a pena continuar lendo e ouvindo os gurus, pois eles nos ensinam coisas interessantes. O que não dá é para acreditar piamente neles sem questionar e sem pesquisar. Quem não estuda e apenas repete o que dizem os famosos e as revistas de prestígio renuncia à capacidade de pensar e aliena a favor de terceiros o órgão mais precioso que temos: o cérebro. Agir assim é confinar a si próprio em uma prisão intelectual. Aprenda com os outros, mas seja você mesmo seu próprio guru!

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

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